Homem que defraudou o patrão, roubando £260 mil, só tem de lhe pagar de volta £1

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Um assistente de contabilidade chamado Darren Carvill, de 38 anos, roubou 262.234,61 libras da sua empresa, tendo supostamente gasto mais de 150.000 libras numa noite, que passou com dez acompanhantes, a beber champanhe e a consumir cocaína.

O empresário de 38 anos tirou o dinheiro da empresa de manutenção de carros Mr Clutch, e foi revelado em tribunal que começou a enviar pagamentos falsos para si mesmo depois de supostamente ter sido intimidado no trabalho. Entretanto, admitiu ser culpado de um total de 18 acusações de fraude e foi sentenciado a dois anos e meio de prisão.

Foi comunicados aos magistrados que 36 mil libras foram restituídas desde então, enquanto as outras 45 mil foram devolvidos às franquias da Mr Clutch, a entidade empregadora, pelos bancos.

Depois de tomar conhecimento que Darren não tinha bens em seu nome, o tribunal de Maidstone Crown Court, em Kent, ordenou que este só precisa de pagar uma taxa nominal de £1. No entanto, poderia estar sujeito a deduções de ganhos futuros quando saísse da prisão.

Durante a audiência de condenação, foi dito que Darren foi vítima de intimidações durante a maior parte da sua vida e sofre muito baixa autoestima.

O tribunal ouviu-o dizer que quando se tornou óbvio que seria apanhado, passou um fim de semana numa festa com prostitutas e cocaína, alegando que queria “sair da empresa em grande”.

“Ele teve uma vida muito infeliz. Sofreu de bullying, o que foi com que tenha muito pouca autoconfiança e sofra de constrangimento social. Ele diz que foi um bom empregado, que trabalhou muitas horas e fez um bom trabalho, e que os seus patrões não mostraram nada além de bondade. Contudo, havia pelo menos uma pessoa que fazia troça dele no trabalho, e isso causou uma espiral”, justificou o advogado de Darren, James Ross.

O advogado disse ainda que Darren foi ficando cada vez mais infeliz no trabalho, e passou a usar a vida noturna como uma fuga.

Os atos de Darren quase levaram a empresa à falência, e alguns dos seus colegas ficaram mesmo sem pagamento durante cinco meses.

Um dos diretores da empresa, Alfred Abdulla, disse que Darren era um “funcionário respeitado e confiável”, mas aquilo que fez obrigou-o a pedir dinheiro emprestado à família para salvar os seus negócios.

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