Jovem com Síndrome de Down é tetracampeã de ginástica

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Antigamente, as pessoas portadoras de síndrome de Down eram vistas como incapazes, mas felizmente essa ideia tem mudado bastante com os tempos.

Muitos indivíduos com síndrome de Down têm provado que para além de conseguirem sim ter uma vida normal, conseguem conquistar até bem mais do que muitas pessoas consideradas “normais”.

Chelsea Werner, uma jovem americana de 26 anos, é a prova disso, pois já foi quatro vezes campeã nacional nas Olimpíadas Especiais e Campeonato Mundial da International Down Syndrome Foundation.

Por causa da sua deficiência, Chelsea não conseguiu andar até ter quase 2 anos, e os médicos disseram que ela nunca teria grandes capacidades a nível muscular.

Porém, Chelsea superou-se e fez questão de experimentar vários desportos, como futebol, basebol e natação, mas foi a ginástica que a apaixonou.

Com 8 anos, os pais resolveram inscrevê-la na Ginástica Olímpica Especial, e ao contrário das expectativas dos médicos e de muitas pessoas, em apenas 4 anos, já estava a treinar para a Federação de Ginástica dos EUA.

Os pais decidiram procurar um treinador de alto nível para trabalhar com a jovem e ajudá-la a desenvolver ainda mais as suas capacidades e potencial.

No ano de 2012, Chelsea ganhou o seu primeiro Campeonato Nacional, e defendeu o título nos 3 anos que se seguiram.

A sua história de superação tornou-se conhecida, e várias empresas de moda quiseram contratá-la para anúncios, como a H&M e a Tommy Hilfiger. Para além disso, Chelsea chegou a aparecer na capa da Teen Vogue e a participar na New York Fashion Week de 2016.

“Eu sempre amei estar à frente das câmaras, foi aí que recebi o apelido de Showtime. Sempre que há uma câmara ou público, estou no meu melhor. Também adoro a viagem. O meu primeiro trabalho de modelo foi pela H&M e filmei o anúncio em Havana, Cuba, que adorei”, conta Chelsea, orgulhosa de si própria.

Descoberto um novo amor pela moda, a jovem quer dar continuidade à carreira de modelo e inspirar outras pessoas como ela pelo mundo fora.

“Adoro, muitas vezes oiço isso de pais de crianças pequenas. Se eu puder ajudar a dar esperança a alguém, isso deixa-me muito feliz”, explicou.

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