Menino génio diagnosticado com autismo tem QI maior do que o de Einstein

4.499

Desde cedo, Kristine Barnett reparou que o filho Jacob era fascinado por padrões, e aos 2 anos o menino foi diagnosticado com autismo moderado a grave.

Entretanto, Kristine tirou-o do programa de educação especial da escola e deixou-o estudar e dedicar-se às coisas pelas quais ele é realmente apaixonado.

O jovem quis estudar para um mestrado em física quântica, e acabou mesmo por ser nomeado para um Prémio Nobel.

Embora tenha passado grande parte da sua infância em silêncio, quando Jacob começou a falar, conseguiu fazê-lo em quatro línguas diferentes.

Inicialmente, os médicos disseram aos pais de Jacob que provavelmente o seu filho nunca ia saber atar os sapatos. Porém, quando Jacob tinha apenas 14 anos, já vários especialistas diziam que ele tinha um QI superior ao de Einstein.

Hoje, Jacob tem 21 anos, e segundo a sua mãe, a chave foi deixá-lo ser ele mesmo, ajudá-lo a estudar o mundo à sua maneira, em vez de se focar naquilo que ele não conseguia fazer.

Durante anos, Jacob sentiu-se infeliz devido ao sistema de educação especial, que não compreendia as suas necessidades. Ao contrário do que devia acontecer, os professores do jovem tentaram muitas vezes convencer Kristine que devia perder a esperança em ensinar ao filho mais do que o básico.

Isso só fez com que Jacob se tornasse cada vez mais reservado, e se recusasse a falar com toda a gente. Felizmente, Kristine prestou realmente atenção ao seu filho, e reparou que ele fazia coisas espetaculares sozinho quando não estava em terapia.

“Ele criava mapas no nosso chão inteiro, utilizando cotonetes. Eram mapas de locais que nós visitávamos e ele memorizava todas as ruas”, lembra Kristine.

Um dia, levou Jacob a contemplar as estrelas, e meses depois visitaram um planetário, onde um professor estava a dar uma palestra. De cada vez que o professor fazia uma questão, Jacob lançava a mão no ar e começava a responder às perguntas, revelando a sua facilidade em compreende teorias complexas sobre física e movimento dos planetas… e tinha apenas 3 anos e meio!

Então, Kristine percebeu que ele precisava de algo que o sistema de educação especial nunca lhe conseguiria oferecer.

“Para uma mãe, é aterrorizante ir contra o conselho dos professores. Mas eu sabia no meu coração, que se o Jake continuasse lá, ia desaparecer dentro dele próprio e nunca o recuperaríamos”, conta Kristine no seu livro de memórias “The Spark: A Mother’s Story of Nurturing Genius”.

O QI de Jacob é de aproximadamente 170, mais alto que o de Albert Einstein, e de momento o jovem está a trabalhar na sua própria teoria da relatividade, tendo mesmo impressionado professores do Instituto de Princeton de Estudo Avançado.

“A teoria em que ele está a trabalhar envolve vários dos problemas mais difíceis da astrofísica e física teórica. Qualquer pessoa que os resolva estará na filha para um prémio Nobel”, disse Scott Tremaine, professor de astrofísica.

Jacob e Kristine embarcaram numa turné do seu livro pela Europa, mas a mãe fez questão que tenham algum tempo para relaxar.

“O meu objetivo para o verão foi apenas dar-lhe algumas semanas de folga. Da última vez, foi quando ele veio com uma teoria alternativa ao Big Bang. Então, quem sabe o que ele vai ciar agora?”, disse.

Entretanto, a Warner Bros. Conseguiu os direitos de filmagem da história de Jacob, e aguardamos ansiosamente por ver o filme, assim como os próximos feitos deste jovem prodigioso e inspirador.

Utilizamos cookies para personalizar conteúdo e anúncios, fornecer funcionalidades de redes sociais e analisar o nosso tráfego. Também partilhamos informações acerca da sua utilização do site com os nossos parceiros de redes sociais, publicidade e análise. Aceitar Ler Mais