“Não vá para a universidade”: a carta desta mãe para os seus filhos provoca discussão acesa

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Cathy Brown, mãe de três filhos, sente que descobriu após muitos anos que a chave da felicidade não está sempre em fazer aquilo que parece certo e corresponder às expectativas da sociedade.

Para Cathy, o mais importante é seguir o próprio instinto e paixão, e por isso fez questão de não pressionar os filhos a ir para a universidade.

No seu tempo, ela própria matriculou-se na universidade para agradar aos pais, e fazia o máximo para ter as notas mais altas. Então, quando tinha uma nota mais baixa, não conseguia aceitar isso.

Hoje, adulta e mãe, decidiu escrever uma carta com muito significado, para os filhos e todos os jovens.

Cathy não queria diminuir a importância de uma formação cultural adequada e uma boa educação, mas sim passar a mensagem de que isso não é tudo nem é o que faz de uma pessoa mais digna de respeito.

Para ela, não faz sentido dedicarmo-nos a algo pelo qual não somos apaixonados, apenas porque os outros o esperam de nós.

“Sinto-me muito mais feliz em saber que os meus filhos foram capazes de fazer a coisa certa por eles e não pela sociedade. Prefiro que peguem numa mochila e peçam boleia até a Sibéria ou abram um negócio. Que façam sabonete natural ou voluntariado no Haiti, seja o que for”, explicou.

Segundo Cathy, ela já tem muito orgulho nos filhos pelo que são e não precisa que eles vão para a universidade para que o orgulho venha a crescer.

“Eu falo por experiência própria, sei o que é viver a pensar apenas em obter o máximo. Quando era jovem, ela literalmente obcecada em alcançar metas, o que podemos definir como uma eterna corrida contra o tempo e contra todos. Formei-me com honras e fi-lo em parte para satisfazer aquele desejo inconscientemente imposto pelos meus pais. Não quero repetir o mesmo erro com os meus filhos, por isso deixo-os mais livres desse vínculo. Não me importo se vão para a faculdade ou não. Gostaria que fizessem coisas movidos pela paixão. Há um milhão de maneiras de se sustentarem financeiramente e não precisam de se importar com o que os outros pensam. Que aprendam a abraçar, celebrar e valorizar a espontaneidade! Não matem as boas ideias pensando demasiado”, concluiu Cathy.

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